NOVO ENDEREÇO

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Apareça!

Fazer Marketing no Carnaval é furada?

Acho que o autor da ideia abaixo está certíssimo! Qualquer ação de Marketing precisa agregar valor, se não agregar, é dinheiro posto fora. E na boa, devido ao grau etílico e tantos outros aspectos do carnaval, ninguém se lembra de (quase) nada na Quarta-Feira de Cinzas.

“É no samba do carnaval que alguns profissionais de Marketing dançam de verdade. É que, a cada ano, multiplicam-se os investimentos em diversas ações de Marketing de marcas na festa de Momo. A grande pergunta que fica é: qual é o retorno sobre o investimento destas ações? As principais ações desenvolvidas são promocionais, relacionamento e exposição de marca. No quesito branding, é melhor deixar o bloco passar.
Por mais que haja uma medição de brand awareness e top of mind que possa quantificar a força da marca, é simplesmente impossível saber qual foi a contribuição que a marca exposta na passarela do samba deu para o resultado total.”

De “Carnaval é um convite a jogar verba de Marketing no lixo”, assinado por Bruno Mello e publicado pelo Mundo do Marketing. Para ler o texto completo, clique aqui.

Mas… e se não houvesse “paitrocínio” das empresas nos carnavais, será que teríamos nas ruas tantos blocos e escolas de samba? E tanto lixo pros garis limparem? A conversa vai longe!

Não se esqueça de mim, não se perca de mim…

Aproveito o Carnaval para dar uma forcinha ao Ministério da Saúde na luta contra a Aids.

Se bem que uma campanha ao tom de “Chuva, Suor e Cerveja” seria mais divertida e mais a cara do Carnaval, não?

Bom carnaval a todos e U-HU, CAMISINHA! :-)

O poder de uma twittada

Você acredita que uma twittada pode ter feito as ações da Telebrás subirem mais de 20% em um dia?

Segundo o post aqui, foi isso o que aconteceu.

Tem muita gente falando besteira no e sobre o Twitter, é fato. Mas é bom não subestimar a força do passarinho azul.

Produtos amigos da saúde, já!

Trecho de um livro que estou lendo:

“A revista Ramparts observou, há alguns anos, que o mundo ocidental está se envenenando lentamente. A comida é constantemente adulterada por milhares de aromatizantes, corantes, espessantes, acidulantes, clareadores, conservantes sintéticos, contaminação por meio da embalagem, antibióticos e pesticidas venenosos. As indústrias alimentícias e do fumo gastam bilhões de dólares por ano com propaganda de produtos que fazem mal à saúde e que contribuem para a elevada incidência de câncer e de doenças nos rins, fígado, coração e pulmão. Embora muitos argumentem que a evidência científica não seja suficientemente conclusva para justificar o banimento de substâncias menos, obviamente, perigosas, muitos cientistas acreditam que estamos lidando com uma bomba-relógio humana, uma vez que os efeitos mais prejudiciais provavelmente ocorrerão a longo prazo.”
Imagens da Organização, Gareth Morgan, pg 302, editora Atlas.

E eu pergunto: será que os males à saúde humana produzidos pelas empresas são menos graves que os males ao meio ambiente que estão sendo constantemente denunciados?

As empresas de cigarro até hoje relutam em aceitar a associação de seus produtos com o câncer, mas o nível de esclarecimento da população mundial em relação aos males causados pelos cigarros fez despencar a imagem dessas empresas.
Não adianta empurrar o problema para debaixo do tapete.
Quanto mais informação a população tiver em relação aos possíveis danos causados à saúde, mais as pessoas recusarão os produtos que trazem substâncias maléficas. Para mater uma boa reputação, as empresas precisam ter produtos que sejam bons para o meio ambiente, mas sobretudo, bons para os seres humanos.

A imagem que adorei veio daqui.
Há um outro post neste blog sobre reputação e danos à saúde aqui.

Internet para o Nobel da Paz

A Internet (sim, nesse caso preciso usar maiúscula em respeito à moça!!!) está concorrendo ao Prêmio Nobel da Paz.

Depois de agraciar Obama (e deixar muita gente de queixo caído), parece-me que os responsáveis pelo prêmio estão dispostos a revolucionar e gerar um bom buzz. Maravilha!

“A candidatura da internet foi proposta pela versão italiana da revista “Wired”. A justificativa dada é que a ferramenta trouxe avanços para o “diálogo, debate e consenso completo da comunicação” e na promoção da democracia”.

Gostei!

Veja mais aqui.
Aninha, valeu pela dica!

Quem gosta de blog é coroa!

Segundo um estudo feito pelo Pew Research Center, o número de jovens internautas americanos entre 12 e 17 anos que escrevem blogs caiu pela metade desde 2006 (de 28% para 14%).
Os adolescentes de agora preferem micro-blogging (Facebook ou Twitter) ou acessar a internet pelo telefone celular.
A proporção de internautas entre 18 e 29 anos que mantêm um blog caiu de 24% para 15% desde 2007, enquanto entre os internautas com 30 anos ou mais essa proporção cresceu de 7% para 11%.
E ai, meus amigos, quem que visita esse humilde espaço já tem mais de 30?
Deixando as brincadeiras de lado, é bom saber disso. Mais um dado a levar em consideração na hora de pensar na adequação de mensagens aos diversos formatos e públicos. 
Para ver de onde tirei essa info, clique aqui.

Errata: Adolescentes não gostam tanto do Twitter, só do Facebook. Veja mais em http://migre.me/iQAu.